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#ABBVnaWTM | A economia colaborativa chega ao setor de viagens

Voopter WTM post

Por Marcia Tanikawa – Os Caminhantes | Especial para a ABBV

Em sua 3ª edição, este ano no Expo Center Norte, no centro de São Paulo, visitamos a WTM – Latin America e após o encontro Meet the Media, exclusivo para blogueiros associados a ABBV- Associação Brasileira de Blogs de Viagem, assistimos a Palestra sobre economia colaborativa, do Petterson Paiva, Co- Fundador e CEO do Voopter (foto).

Ouvimos pela primeira vez sobre economia colaborativa ou o conceito de “mesh”, essa nova (nem tão nova) rede e tendência de compartilhamento no começo de 2011, através de um livro, “Mesh, porque o futuro dos negócios é compartilhar”, da Lisa Gansky, da Alta Books Editora. É um modelo de consumo mais sustentável e que acabou ficando adormecido desde então na nossa memória e vimos negócios baseados no conceito de compartilhamento sendo criados e crescendo.

A ideia básica do conceito é que: “a colaboração no mercado chegaria a níveis inéditos, privilegiando o acesso compartilhado em detrimento da propriedade pura e simples”. Um breve resumo para explicar o motivo de termos escolhido este tema em particular para assistir e relatar depois.

Petterson Paiva começa a palestra chamando a atenção que épocas de crise exigem adaptação, e essas adaptações chegam sim, às viagens e como as marcas se adaptam a um período de crise. Normalmente é revista a cadeia de custos e junto com a redução de custos vem também a especialização.

Comenta sobre a disruption, e startups e segue para a economia colaborativa, termo que prefere ao original sharing economy. Ouço falar pela primeira vez sobre o termo “consumerismo”, onde o ato de consumir passa do ponto, o prazer do consumir pelo próprio prazer. O remédio para isso seria a economia colaborativa.

Poderíamos dividir os agentes intermediários em três categorias:

– Agentes voluntários sem fins lucrativos: fon  (compartilhamento de wi-fi), code , todos alunos, em todas escolas, devem ter a oportunidade de aprender ciência da computação,  skill share  aulas e projetos compartilhados.

– Agentes voluntários com fins lucrativos: o maior exemplo aqui é o (agora) clássico, AirBnB

– Agentes espontâneos: Waze e Voopter

Explica sobre o Voopter e na platéia ninguém conhecia o aplicativo. O Voopter é um metabuscador de passagens aéreas, você coloca a origem, o destino, pode colocar algumas combinações de datas (que eles chamam de multidatas) e o preço limite que você quer pagar pela passagem e o Voopter encontra a combinação mais barata. Também tem um sistema de alerta que te avisa quando o buscador achar o que se enquadre nos seus filtros e quando outro usuário encontrar, você é automaticamente avisado.

Diferente dos outros que são buscadores, ele não faz a compra pelo site, e sim rastreia os preços e leva diretamente à página do vendedor, seja da companhia aérea seja da agência de viagem.

Peço informações um pouquinho mais detalhadas e fico sabendo que o Voopter foi criado mais ou menos no início de 2014, é um aplicativo que pode ser baixado em Iphone e também na plataforma Android.

Para quem quiser ver uma nova palestra do Petterson Paiva haverá uma nova apresentação na sexta feira, dia 24/04/15, das 13:50 às 14:10, no Auditório Travel Tech, Como a Inovação está ajudando os clientes a conseguir a melhor relação custo-benefício em viagens: , mostrando como o site e o aplicativo da Voopter adotaram inovações em sua proposta central para o cliente de viagens.

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Marcia Tanikawa é autora do blog Os Caminhantes e faz parte da equipe da ABBV na cobertura da WTM Latin America 2015.

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