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#ABBVnaWTM: Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo

01/abr/2016
Palestra "Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo". Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

Palestra “Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo”. Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

 

Por Fernanda Castelo Branco  Blog Vontade de Viajar | Especial para a ABBV

 

Para provar que a Realidade Virtual não é só coisa de videogame, o executivo Mike Turino, diretor de vendas e parcerias da YouVisit, apresentou como o setor de turismo pode usar a tecnologia a seu favor. A palestra aconteceu no auditório Travel Tech da WTM Latin America, evento que segue até amanhã (31/3) em São Paulo.

Palestra "Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo". Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

Palestra “Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo”. Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

Apontada por Mark Zuckerberg como “a plataforma mais social de todas”, a Realidade Virtual tem o dobro do potencial de engajamento de um vídeo comum e pode ser uma ferramenta poderosa para promover destinos e serviços. Antes limitada a aparelhos e óculos com aspecto de ficção científica, hoje a tecnologia já pode ser experimentada em qualquer computador, smartphones e, em breve, dentro do próprio Facebook.

Testei o dispositivo de Realidade Virtual lá mesmo na WTM, usando um smartphone Android acoplado a um headset. Fiz um passeio de barco no Alasca e dei uma volta de helicóptero sobre Manhattan – a sensação era mesmo de estar flutuando sobre Nova York! O vídeo gravado em 360? permite olhar para todos os lados, como se você realmente estivesse lá.

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Palestra “Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo”. Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

Para as empresas e secretarias de turismo, é uma plataforma interessante para promover o primeiro contato do público com o destino, especialmente porque a experiência de imersão favorece a retenção da memória e a criação de conexão emocional. Enquanto isso, marcas de hotéis, cruzeiros e tours estão adotando o conceito “try before you buy”, usando a Realidade Virtual como forma de demonstração ou degustação de serviços para facilitar a decisão de compra do cliente.

Outro uso com grande potencial no setor é a sobreposição de informações às cenas mostradas no dispositivo. Isso permite, por exemplo, a criação de guias de viagem interativos.

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Palestra “Como a Realidade Virtual pode mudar o turismo”. Crédito da Foto: Fernanda Castelo Branco

Quando questionado se a realidade Virtual fará as pessoas deixarem de viajar, Mike Turino não tem dúvidas ao responder que não: “A tecnologia não pretende substituir a experiência de viagem, mas complementá-la. Cerca de 13% dos usuários que fazem tours virtuais entram em contato solicitando informações para reservas, o que é uma excelente taxa de conversão”.

Fernanda Castelo Branco  é autora do blog Vontade de Viajar e faz parte da equipe da ABBV na cobertura da WTM Latin America 2016.

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